quarta-feira, 3 de abril de 2013

Site do Grupo

Não deixe de visitar o site do Grupo de Pesquisa em Psicobiologia da UEL http://www.uel.br/grupo-pesquisa/psicobio/

terça-feira, 5 de junho de 2012

Grupo no facebook: News in Psychobiology

Recém criado, o grupo News in Psychobiology está bombando no facebook. Que sirva para para muita troca de informação!

terça-feira, 5 de abril de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

Reuniões do grupo no 1º semestre

Guilherme (22/3)
Palmer, DC. A behavioral interpretation of memory. In: L.J. Hayes and P.N. Chase, Editors, Dialogues on verbal behavior, Context, Reno, NV (1991), pp. 259–285.

Giovanna (11/4)
Donahoe, JW; Palmer, DC. Learning and complex behavior. Massachucets: Allyn and Bacon, 1994. (cap. 1 – The origins of learned behavior)

Célio (25/4)
Engel, G.L. The Need for a New Medical Model: A Challenge for Biomedicine. Science, 1977, 196: 129-136

Eduardo (9/5)
Dhabhar, FS. Enhancing versus suppressive effects of stress on immune function: implications for immunoprotection versus immunopathology. Allergy, Asthma, and Clinical, 2008, 4(1): 2-11

André (23/5)
Joel, D. Current animal models of obsessive compulsive disorder: A critical review. Progress in Neuro-Psychopharmacology & Biological Psychiatry, 2006, 30: 374–388

Vitor (6/6)
Braun, AA et al. Comparison of the elevated plus and elevated zero mazes in treated and untreated male Sprague–Dawley rats: Effects of anxiolytic and anxiogenic agents. Pharmacology Biochemistry and Behavior, 2011, 97: 406-415

Leonardo e Natália (20/6)
Matsumoto, D; Ekman, P. The relationship among expresions, labels, and descriptions of contempt. Personality Processes and Individual Differences, 2004, 87: 529-540

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Semelhanças e diferenças da cognição humana e da animal

...e disse Darwin: os humanos são apenas símios cerebrudos

Um século de ciência e a visão de Darwin manteve-se atual. Nas últimas décadas, porém, algumas distinções neuroanatômicas entre humanos e outros primatas se tornaram conhecidas. É bem verdade que as tais distinções não são nada macroestruturais. Pelo contrário, exemplos de tais distinções são do tipo "diferenças na organização dos neurônios em uma das camadas do córtex visual primário" ou maior concentração de um tipo particular de neurônios.
Aliás, as últimas décadas viram, pelo lado das neurociências, o aparecimento de distinções neuroanatômicas, e, pelo lado da cognição animal, várias habilidades até então tidas como exclusivamente humanas foram demonstradas com animais desde de a célebre frase de Louis Leakey, provocada pela demonstração de uso de ferramentas em chimpanzés - "Precisaremos agora redefinir o humano, redefinir ferramenta, ou, aceitar os chimpanzés como humanos!".
David Premack tem um artigo em que aborda as semelhanças e diferenças cognitivas entre animais e humanos. Argumenta que mesmo quando se fala de semelhanças, as diferenças são notáveis. O comportamento de ensinar, por exemplo: além dos humanos, existem alguns animais que ensinam, como as gatas que trazem presas cambaleantes para os filhotes treinarem caça. Observa Premack que o ensino nos gatos se restringe à alimentação, enquanto em humanos trata-se de uma habilidade que pode ser usada para diversos fins.
O artigo aborda diversos outros domínios de semelhanças e diferenças e é muito elucidativo.
O fato de haver diferenças neurais e cognitivas entre humanos e animais não invalida, no entanto, os esforços comparativos empreendidos em várias áreas. Mecanismos envolvidos, em particular, na emoção, na motivação e na memória tem parecido ser muito homólogos entre humanos e diversos outros mamíferos.
Premack, D. Human and animal cognition: continuity and discontinuity. PNAS (2007) 104: 13861-7 (leia o texto completo)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

IMPRESSÕES DO CONGRESSO DA SBNeC - 4

POLÍTICAS PÚBLICAS SOBRE A CANNABIS


Início da década de 70, o presidente Nixon, em campanha espalhafatosa, lança sua "Guerra às drogas". Não se trata de nada muito diferente do que já vinha sendo praticado pelos EUA, mas mesmo assim acabou sendo um marco de uma política de vigilância e proibicionismo.
Um prazo de 40 anos, não há como contestar, é tempo suficiente para avaliar a eficácia dessa política. Diversas pessoas que se dedicam ao assunto são da mesma opinião: 'as drogas venceram!'. (veja, por exemplo, a opinião de FHC, que integra comissões sobre o assunto, aqui). E esse foi o ponto de vista apresentado pelos debatedores no debate da SBNeC.
Sidarta Ribeiro apresentou alguns aspectos históricos da questão. Chamou a atenção para o fato curioso de que algo que era vendido em farmácias, em algum momento das primeiras décadas do séc. XX, passou a ganhar uma inusitada campanha demonizadora que advertia que seus efeitos poderiam tornar alguém agitado, violento (!!).

Foi chamada a atenção também para o fato da legislação internacional sobre o tema ter sido elaborada há muitas décadas (o documento mais recente parece ter sido o da Convenção Única de 1961 Sobre Estupefacientes), inevitavelmente negligenciando tudo o que veio a se conhecer a partir de então.
Jorge Quillfeldt fez uma distinção entre o que é perigoso e o que é arriscado. Fazer sexo casual sem proteção, por exemplo, é arriscado, existe um risco de contrair uma doença. Um olhar objetivo em termos de perigos e riscos é necessário para as várias drogas. E foi isso que o provocativo professor David Nutt fez: comparou a partir de diversos estudos os prejuízos provocados por diferentes drogas (leia aqui).

Ao contrário do que se poderia imaginar a partir de como a questão tem sido administrada, o álcool e o tabaco são mais prejudiciais que muitas drogas proibidas. E não é só... O mesmo Nutt publicou um artigo no Journal of Psychopharmacology entitulado "Equasy - An overlooked addiction with implications for the current debate on drug harms" (leia aqui). Veja o que ele fala sobre o "equasy":
It is an addiction that produces the release of adrenaline and endorphins and which is used by many millions of people in the UK including children and young people. The harmful consequences are well established – about 10 people a year die of it and many more suffer permanent neurological damage...
O que é "equasy"? Equine Addiction Syndrome - vício em andar a cavalo.
O Henrique Soares Carneiro fez um riquíssimo apanhado histórico sobre a questão das drogas. Inclusive falou sobre a dificuldade de distinção entre droga e alimento, existem alimentos que afetam a experiência e existem drogas que alimentam (de onde vem a barriga de muitos tomadores de cerveja?).
O Roberto Lent falou sobre sua experiência na Comissão Brasileira Sobre Drogas e Democracia. Além dele, integram a comissão diversos (em todos os sentidos) notáveis, por exemplo: FHC (que faz parte, junto a outros ex-presidentes, da comissão latino-americana), Popó (o pugilista), Zuenir Ventura (jornalista), Dráuzio Varela (médico), Lilia Cabral (atriz), João Roberto Marinho (empresário), Ellen Gracie (ministra do STF) e Daiane dos Santos (ginasta).
O debate teve a discreta participação do Reinaldo Lopes, editor de Ciências da Folha de São Paulo. Esse falou sobre a infantilização dos leitores nas redações da imprensa. "Síndrome de Peter Pan" é o título de um livro que fala sobre homens que não conseguem ficar adultos. De acordo com Reinaldo, se dá um tipo de síndrome de Peter Pan com o público. Com uma diferença porém, se as pessoas não conseguem amadurecer (sobre o tema das drogas) não se sabe, mas as redações tomam essa imaturidade por certa. Questionado sobre por que os meios de comunicação não tem uma postura menos "protecionista" e mais informativa, sua resposta: "Por falta de macheza".
O Sidarta foi bastante contundente em sua exposição de que a cannabis corresponde a uma fatia substancial da movimentação financeira do crime organizado, ao estado competem apenas despesas, as com o enfrentamento do crime, as de tratamentos de saúde etc. A regulamentação (e a taxação) da cannabis, ao mesmo tempo, cortaria uma fonte de lucros do crime, garantiria maior liberdade aos cidadão e traria uma fonte de recursos ao estado.
Sempre existe o argumento de que as drogas trazem danos e que, portanto, se justifica todo o combate que tem ocorrido. Luiz Eduardo Soares, em um artigo na Nueva Sociedad, argumenta que na capital carioca em torno de 100 mortes ocorrem por ano por uso excessivo de cocaína, mas que, por outro lado, 65 % dos 6000 assassinatos que lá ocorrem por ano são relacionados ao tráfico de drogas.
Os acontecimentos recentes no norte do México nos levam a torcer para não chegarmos àquela situação, esquecendo que o que acontece aqui em termos de perdas humanas já é mais do que o inaceitável.
Esses são os principais aspectos que me chamaram a atenção no debate. Houve anúncio de que o mesmo seria postado no youtube. Mas até agora não foi. Também não houve até agora nenhuma menção no blog laboratório, da equipe do Reinaldo Lopes da Folha (não verifiquei se houve nota na versão impressa do jornal).

terça-feira, 14 de setembro de 2010

IMPRESSÕES DO CONGRESSO DA SBNeC - 3

OS NEUROCIENTISTAS E A MACONHA
Em 01/07/10, o baixista da banda Ponto de Equilíbrio é preso por cultivar maconha em casa (leia aqui). Uma semana depois, quatro neurocientistas divulgam uma carta aberta com teor pró-(debate sobre)descriminalização e citam o caso como exemplo da maneira equivacada com que o tema tem sido tratado.
Os acontecimentos têm elementos que lhes conferiram notoriedade:
1) Parte dos signatários são mesmbros da diretoria da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento;
2) A carta foi noticiada pela mídia. A Folha, a publicou com a informação errônea de que "Os cientistas falam em nome da SBNeC" (para ler a notícia e a íntegra da carta, clique aqui).
Como prometido na carta, no congresso o tema da maconha foi debatido. Participaram do debate Dartiu Xavier da Silveira (professor/pesquisador, Unifesp), Henrique Soares Carneiro (historiador, USP), Sidarta Ribeiro (professor/pesquisador, UFRN/ IINN-ELS), Jorge Quillfeldt (professor/pesquisador, UFRGS), Roberto Lent (professor/pesquisador, UFRJ), Joao Ricardo Lacerda de Menezes (professor/pesquisador, UFRJ) e Reinaldo Lopes (editor de Ciência, Folha de São Paulo). Os argumentos se deram em duas frentes: a dos resultados de pesquisas sobre efeitos e a das políticas públicas.
Efeitos conhecidos da maconha
Iniciou-se com informações básicas sobre princípio ativo e receptores. Foi contemplado o fato de que a maconha não tem seus efeitos por acaso. Ela é uma planta domesticada, que foi selecionada ao longo de vários séculos de uso. Dartiu Xavier da Silveira relatou suas pesquisas em que são abordados efeitos antiemético em pacientes com câncer submetidos a quimioterapia (leia aqui), mencionou a prevenção da evolução de tumor com THC e relatou sua pesquisa que demonstrou que usuários de crack tem menos dificuldade de deixar de consumi-lo quando usam maconha (leia aqui). Essa última pesquisa mostra, portanto, o lado da maconha como "porta de saída" de drogas mais perigosas.
Foram mencionadas outras informações que de forma geral indicam efeitos terapêuticos ou ausência de efeitos deletérios (ex. a dose letal ainda não é conhecida porque não se sabe de alguém que tenha morrido de overdose). Para não dizer que não foi falado nada negativo, foi mencionado que em indivíduos em desenvolvimento pode haver uma regulação do sistema de recompensa que, se entendi, pode tornar a pessoa um tanto anedônica.
No próximo post abordo o debate sobre as políticas públicas.

domingo, 12 de setembro de 2010

IMPRESSÕES DO CONGRESSO DA SBNeC - 2

(... e no meio do caminho tinha um show de rock!
Fim de congresso, clima de fim de festa, muita gente indo embora. Mas ainda havia algo para levantar o moral dos intrépidos neurocientistas, o show do Ultraje a Rigor.
A banda está meio fora de moda, não vende milhões e não atrai multidões. Mas eu estive lá para testemunhar que os caras estão fazendo um rock muito bom e se divertem ao fazer um show (mesmo com o frio que fazia). Tocaram diversos sucessos dos tempos das vacas gordas e fizeram alguns covers que me surpreenderam: Ramones, Led Zeppelin, Black Sabbath etc. Enfim foi um bom antidepressivo para encarar o fim de congresso e o retorno à "neurociência londrinense".
Mas não é que mesmo no show eu fiz alguns contatos profissionais. Conversei com Peter Meerlo, cujos trabalhos citei nas coisas que escrevi no doutorado. Além disso combinei com um pessoal da Unifesp de me enviarem algumas "dicas" sobre o IAPS, um material de apresentação de imagens afetivas.
Bom, fechando parênteses, em breve falo mais do congresso)

sábado, 11 de setembro de 2010

IMPRESSÕES DO CONGRESSO DA SBNeC

Enfim respiro!!

Estou aqui no simpósio de aboradagem comparativa vendo o César Ades falar. Antes dele ouvi vários outros nesses dias. Quem é professor está numa posição de ensinar, como se soubesse tudo. Como é bom sair dessa posição e aprender com várias pessoas que sabem muito mais que eu.
Crianças muitas vezes criam um amigo imaginário. O adulto cria um blog e escreve para o leitor imaginário. Vou passar aqui, para você leitor imaginário, várias impressões tidas no congresso. Houve muita coisa interessante, um debate sobre drogas, palestra do Fred Gage (sim, aquele da neurogênese no adulto), simpósios e palestras sobre efeitos do exercício físico, neurônios espelho, atenção, memória, sistema aversivo, modelos animais etc.
Aguarde leitor imaginário, em breve escrevo mais sobre o congresso.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

Os efeitos dos antidepressivos e os modelos animais de ansiedade

É cada vez maior o uso de drogas antidepressivas para o tratamento de transtornos de ansiedade.
Os modelos animais de ansiedade tem a função de elucidar os processos envolvidos nos transtornos, os mecanismos pelos quais os ansiolíticos exercem seus efeitos e identificar novas drogas com potencial ansiólítico.
Assim, a identificação de efeitos de antidepressivos com modelos animais de ansiedade deve ser uma prioridade.
No artigo abaixo a "sensibilidade" de diferentes modelos é avaliada. A conclusão é de que poucos modelos são capazes de mostrar efeitos da administração aguda de antidepressivos.
Uma avaliação semelhante que leve em consideração os efeitos da administração crônica (que é a usada clinicamente) é muito bem vinda!

Borsini et al. Do animal models of anxiety predict anxiolytic-like effects of antidepressants? (artigo completo)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

1º Congresso de Psicologia e Análise do Comportamento

Fim de férias...
Vamos retomando as coisas para um ano que espero que seja excelente para todos!
Aproveito para noticiar o evento que está sendo organizado pelo meu departamento. Tenho certeza que será um importante momento de troca de conhecimentos e tenho providenciado para que o enfoque psicobiológico esteja presente em diferentes partes da programação.

PRAZO PRORROGADO para propostas de mesas redondas e simpósios: 05/03
Página do congresso

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Depressão: a relação entre estresse e déficits cognitivos e a eficácia da psicoterapia




Na Biological Psychiatry de Novembro há um artigo que demonstra que déficits cognitivos presentes na depressão são associados com os níveis de cortisol - quanto maior este, maiores aqueles.
O achado é coerente com enorme volume de literatura acumulado nos últimos 20-30 anos, que mostra que o hipocampo (estrutura que desempenha importantes funções cognitivas) é rico em receptores mineralocorticóides e glicocorticóides, os quais respondem ao cortisol (hormônio glicocorticóide cujos níveis aumentam no estresse). Por meio desses receptores (ou de apenas um deles), os altos níveis de cortisol resultantes do estresse causam dano ao hipocampo e, consequentemente, prejudicam as funções que dele dependem. O cortisol ainda age intensificando a função da amígdala (o que facilita condicionamentos pavlovianos emocionais) e prejudicando o funcionamento do córtex pré-frontal (o que dificulta a extinção). (Um pouco dessa história pode ser vista em O Cérebro Emocional, de LeDoux).
O artigo citado acima pode ser lido aqui.

Outro artigo na mesma edição mostra que áreas cerebrais relacionadas com a recompensa tem seu funcionamento aumentado como efeito de psicoterapia. Tais áreas incluem o giro paracingulado na seleção da recompensa, o núcleo caudado (direito) antes da recompensa e o giro fronto-orbital e o paracingulado após a recompensa.
(artigo completo)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Traumatic brain injury in rats: A model of comorbid depression and anxiety?

Dilip Kumar Pandey, Sushil Kumar Yadav, Radhakrishnan Mahesh and Ramamoorthy Rajkumar
Behavioural Brain Research, v. 205, 2009, Pages 436-442

Depression and anxiety tend to be the most prevalent conditions among the multitude of neurobehavioural disorders which cause distress in the survivors of traumatic brain injury (TBI). The objective of the present investigation was to examine depression-like and anxiety-like behaviour of rats following diffuse TBI. Impact accelerated TBI was induced in anaesthetised rats by a modified weight drop method. TBI and sham-operated rats received either a chronic (14 days) regimen of escitalopram (5–20 mg/kg) or vehicle, following which they were subjected to a behavioural test battery. The results evince the depression-like behaviour of TBI rats in modified open field exploration, hyperemotionality, socio-sexual interaction and elevated plus-maze exploration paradigms. In addition, an anxiety-like behaviour was evident in social interaction and marble-burying tests. Chronic escitalopram (10 and 20 mg/kg) treatment significantly attenuated the TBI associated behavioural deficits. In conclusion, the aforesaid behavioural anomalies observed in TBI rats are analogous to comorbid anxiety and depression in humans. These findings substantiate the TBI rats as a candidate model of comorbid anxiety and depression.

Keywords: Traumatic brain injury; Comorbid; Depression; Anxiety; Behavioural test battery; Escitalopram

(texto completo)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Monitoria no XVIII EAIC

Contribua para a realização do EAIC.

Estão abertas até dia 11 de setembro as inscrições para monitoria no XVIII Encontro Anual de Iniciação Científica (EAIC), a ser realizado de 30 de setembro a 2 de outubro de 2009, no campus da UEL.

Os interessados deverão entrar em contato, a partir de 8 de setembro, com a secretaria do evento, no período da tarde, por telefone (3371-4449) ou enviar mensagem eletrônica para eaic@uel.br com o assunto: monitoria, informando:

Nome completo;
E-mail (favor verificar se o e-mail foi escrito de maneira correta);
Telefones para contato;
Área/sub-área de estudo.

Mais detalhes no sítio www.eaic.uel.br

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Comissão Organizadora do EAIC

Explicações sobre a monitoria:


1 - Quem apresentar trabalhos no EAIC também poderá ser monitor e também receberá um certificado de monitoria;

2 - O trabalho do monitor é voluntário;

3 - O monitor pode escolher ficar em salas, auxiliando os professores (coordenadores de sessão) e os apresentadores;

4 - O monitor pode escolher auxiliar os apresentadores que estão montando os paineis nos corredores do CCH;

5 - É preciso que o monitor tenha (no mínimo) um meio período disponível (no dia 1 ou dia 2) para poder nos auxiliar;

6 - Não podemos dar garantia de que a pessoa será monitora de sala;

7 - Alunos de pós-graduação também poderão participar.


Caso ainda tenha dúvidas sobre a monitoria, mande um e-mail para eaic@uel.br ou nos telefone no 3371-4449 na parte da tarde.


Atenciosamente

Secretaria XVIII EAIC

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Extra, extra: Veado se faz de morto para não ser comido!

Comunicado da ATI sobre acesso à internet

"Para utilizarem o Proxy UEL, os estudantes de graduação e pós-graduação deverão entrar em seus respectivos portais e habilitarem sua conta no link utilizar Proxy UEL.
Dúvidas: ramal 4551"

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A íntima relação entre ansiedade e atenção

Behav Brain Res, 204
Wistar–Kyoto rats as an animal model of anxiety vulnerability: Support for a hypervigilance hypothesis
J.D. McAuley, A.L. Stewart, E.S. Webber, H.C. Cromwell, R.J. Servatius, K.C.H. Pang

Inbred Wistar–Kyoto (WKY) rats have been proposed as a model of anxiety vulnerability as they display behavioral inhibition and a constellation of learning and reactivity abnormalities relative to outbred Sprague–Dawley (SD) rats. Together, the behaviors of the WKY rat suggest a hypervigilant state that may contribute to its anxiety vulnerability. To test this hypothesis, open-field behavior, acoustic startle, pre-pulse inhibition and timing behavior were assessed in WKY and Sprague–Dawley (SD) rats. Timing behavior was evaluated using a modified version of the peak-interval timing procedure. Training and testing of timing first occurred without audio–visual (AV) interference. Following this initial test, AV interference was included on some trials. Overall, WKY rats took much longer to leave the center of the arena, made fewer line crossings, and reared less, than did SD rats. WKY rats showed much greater startle responses to acoustic stimuli and significantly greater pre-pulse inhibition than did the SD rats. During timing conditions without AV interference, timing accuracy for both strains was similar; peak times for WKY and SD rats were not different. During interference conditions, however, the timing behavior of the two strains was very different. Whereas peak times for SD rats were similar between non-interference and interference conditions, peak times for WKY rats were shorter and response rates higher in interference conditions than in non-interference conditions. The enhanced acoustic startle response, greater prepulse inhibition and altered timing behavior with audio–visual interference supports a characterization of WKY strain as hypervigilant and provides further evidence for the use of the WKY strain as a model of anxiety vulnerability.
Keywords: Anxiety; Timing; Sensorimotor gating; Hypervigilance
(texto completo)

Padrões de ativação cerebral durante condicionamento clássico aversivo e apetitivo

O condicionamento clássico é um tipo de processo de aprendizagem. O fato de os condicionamentos clássicos aversivo e apetitivo serem, afinal, condicionamentos clássicos, leva a crer que ambos sejam mediados por áreas cerebrais coincidentes.
Porém, o fato de os dois condicionamentos envolverem respostas diferentes, leva a esperar ativação de diferentes áreas cerebrais.
Este artigo explora essas congruências e discrepâncias.

Behav Brain Res, v. 204
Brain activation patterns during classical conditioning with appetitive or aversive UCS
Anita Cybulska-Klosowicz, Renata Zakrzewska and Malgorzata Kossut

The neural bases of appetitive and aversive conditioning are different, and at various stages of learning, may engage distinct cortical and subcortical networks. Using [14C]2-deoxyglucose (2-DG) autoradiography, we examined brain activation in mice during the first and the third sessions of a classical conditioning involving stimulation of whiskers on one side of the muzzle (conditioned stimulus, CS) paired with an aversive or appetitive unconditioned stimulus (UCS). The nucleus basalis magnocellularis showed stronger labelling during appetitive conditioning while the lateral hypothalamus was activated only during aversive pairing session. Also, in the appetitive training (both conditioning and pseudoconditioning), the ventral pallidum responded differently than in the aversive situation. A tendency for higher labelling of basolateral amygdala was noted in aversive conditioning. Somatosensory thalamic nuclei, as well as posterior parietal cortex and nucleus accumbens core, were strongly activated in both conditions during the first training session, but only by appetitive conditioning during the third session. With the exception of the nucleus basalis, ventral pallidum and lateral hypothalamus, appetitive or aversive classical conditioning increased 2-DG uptake in a similar set of brain structures. Activation of nucleus accumbens core, posterior parietal cortex, and structures of the somatosensory pathway decreases with the duration of training presumably due to different involvement of attention and different dynamics of the two variants of conditioning.
Keywords: 2-DG; Associative learning; Aversive; Appetitive; Attention; Mice
(texto completo)

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Mas afinal, o que é comportamento?

Vai aqui um link para uma postagem do blog da Sociedade Brasileira de Etologia. É comentado um artigo que mostra incongruências na noção de comportamento entre diversos biólogos do comportamento.

ETOLOGIA NO BRASIL: Mas afinal, o que é comportamento?

(texto completo)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Avaliação de tratamento não-farmacológico com modelo animal? Sim senhor!!

O "banho de luz" é uma alternativa de tratamento para depressão.
É possível investigá-lo com modelos animais? Claro (!), mas há um problema. Os ratos e camundongos que são as espécies principalmente estudadas em modelos animais são animais noturnos. Por um lado isso faz com que muito provavelmente seus ciclos circadianos de melatonina sejam distintos dos dos animais diurnos. Por outro lado, e não menos importante, a luz pode ser muito aversiva aos animais noturnos.
Neste estudo são apresentados efeitos de tratamento de luz sobre o comportamento numa espécie de roedor diurno.

Effects of bright light treatment on depression- and anxiety-like behaviors of diurnal rodents maintained on a short daylight schedule
Tal Ashkenazy, Haim Einat, and Noga Kronfeld-Schora

A possible relationship between circadian rhythms and affective disorders has been strongly implicated, but understanding of the biological basis of such a relationship demands the utilization of appropriate animal models. Most research is performed with nocturnal rodents while some of the effects of daylight cycles or melatonin levels in nocturnal animals may differ greatly from effects in diurnal species (including humans). Recent studies suggested the diurnal fat Sand rat as an appropriate model animal to study circadian mechanisms involvement in mood and anxiety disorders, especially seasonal affective disorder (SAD). These studies demonstrated that Sand rats chronically exposed to short daylight (SD), or to melatonin regimen mimicing short daylight, show anxiety- and depression-like behaviors. These findings established face and construct validity for the model. The present study evaluated predictive validity by testing the effects of bright light treatment in Sand rats exposed to chronic SD.
Sand rats maintained on SD for 3 weeks were treated with 1 h daily 3000 lx light for 3 weeks, 1 h after “lights on” (during the light phase of the light/dark cycle), and their behavior tested in the sweet solution preference test (SSP), elevated plus-maze (EPM) and forced swim test (FST) and compared with control animals without treatment. Results indicate that bright light treatment reduced anxiety-like behavior in the EPM and depression-like behavior in the FST but not SSP. It is suggested that the results support the possibility that the diurnal Sand rat might be a preferred model animal for the study of SAD.
Keywords: Model animals; Circadian rhythms; Depression; Diurnal; Validity
(texto completo)

Artigo explora a participação de núcleos da base como parte do substrato neural do comportamento dirigido a objetivos

The role of the basal ganglia in learning and memory: Neuropsychological studies
Jessica A. Grahn, John A. Parkinson and Adrian M. Owen

In recent years, a common approach to understanding how the basal ganglia contribute to learning and memory in humans has been to study the deficits that occur in patients with basal ganglia pathology, such as Parkinson's disease and Huntington's disease. Pharmacological manipulations in patients and in healthy volunteers have also been conducted to investigate the role of dopamine, a neurotransmitter that is crucial for normal striatal functioning. When combined with powerful functional neuroimaging methods such as positron emission tomography and functional magnetic resonance imaging, such studies can provide important new insights into striatal function and dysfunction in humans. In this review, we consider this broad literature in an attempt to define a specific role for the caudate nucleus in learning and memory, and in particular, how this role may differ from that of the putamen. We conclude that the caudate nucleus contributes to learning and memory through the excitation of correct action schemas and the selection of appropriate sub-goals based on an evaluation of action-outcomes; both processes that are fundamental to all tasks involve goal-directed action.
Keywords: Parkinson's disease; Basal ganglia; Learning and memory
(texto completo)

Efeitos do exercício fisico em diversos testes comportamentais em ratos

Effects of long-term voluntary exercise on learning and memory processes: dependency of the task and level of exercise
Sílvia García-Capdevila, Isabel Portell-Cortés, Meritxell Torras-Garcia, Margalida Coll-Andreu, David Costa-Miserachs

The effect of long-term voluntary exercise (running wheel) on anxiety-like behaviour (plus maze and open field) and learning and memory processes (object recognition and two-way active avoidance) was examined on Wistar rats. Because major individual differences in running wheel behaviour were observed, the data were analysed considering the exercising animals both as a whole and grouped according to the time spent in the running wheel (low, high, and very-high running). Although some variables related to anxiety-like behaviour seem to reflect an anxiogenic compatible effect, the view of the complete set of variables could be interpreted as an enhancement of defensive and risk assessment behaviours in exercised animals, without major differences depending on the exercise level. Effects on learning and memory processes were dependent on task and level of exercise. Two-way avoidance was not affected either in the acquisition or in the retention session, while the retention of object recognition task was affected. In this latter task, an enhancement in low running subjects and impairment in high and very-high running animals were observed.
Keywords: Running wheel exercise; Learning and memory; Object recognition; Two-way active avoidance; Anxiety-like behaviour
(texto completo)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Sentir ou suprimir, eis a questão

Se você tenta evitar pensar num urso branco, um efeito oposto pode ocorrer.
E se você tenta evitar sentir algo em resposta a um estímulo, qual será o efeito?
As terapias da terceira onda lidam muito com a noção de sentir e aceitar, como corolário da ineficiência da supressão.
Neste estudo é avaliada a supressão de sentimentos. Os resultados são discutidos no âmbito das diversas alternativas de terapia disponíveis.
(texto completo)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

A sobrevivência do mais deprimido?

A depressão é uma doença comportamental/neurobiológica, uma disfunção no mesmo sentido que a bronquite é uma doença respiratória?
ou,
Trata-se de uma maneira especial de se comportar ante a desafios especiais?
Neste artigo os autores pendem em direção da segunda alternativa. Leia o abstract abaixo.

The Bright Side of Being Blue: Depression as an Adaptation for Analyzing Complex Problems

Paul W. Andrews and J. Anderson Thomson Jr.

Depression is the primary emotional condition for which help is sought. Depressed people often report persistent rumination, which involves analysis, and complex social problems in their lives. Analysis is often a useful approach for solving complex problems, but it requires slow, sustained processing, so disruption would interfere with problem solving. The analytical rumination hypothesis proposes that depression is an evolved response to complex problems, whose function is to minimize disruption and sustain analysis of those problems by (a) giving the triggering problem prioritized access to processing resources, (b) reducing the desire to engage in distracting activities (anhedonia), and (c) producing psychomotor changes that reduce exposure to distracting stimuli. As processing resources are limited, sustained analysis of the triggering problem reduces the ability to concentrate on other things. The hypothesis is supported by evidence from many levels—genes, neurotransmitters and their receptors, neurophysiology, neuroanatomy, neuroenergetics, pharmacology, cognition, behavior, and efficacy of treatments. In addition, the hypothesis provides explanations for puzzling findings in the depression literature, challenges the belief that serotonin transmission is low in depression, and has implications for treatment.

Author Keywords: analysis; evolution; rumination; social dilemmas; ventrolateral prefrontal cortex

Psychological Review, v. 116, July 2009 (Clique aqui para ler o texto completo)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O cerebelo e a emoção

A estrutura nervosa chave para o condicionamento de medo é a amígdala (como sugere O Cérebro Emocional de LeDoux) e sem ela não há condicionamento de medo, certo? Errado!

Em artigo de revisão na Neuroscience, são discutidas as evidências em favor da participação do vermis do cerebelo tanto na aquisição do condicionamento de medo como em sua evocação, além da participação em alguns outros processos emocionais.


sexta-feira, 10 de julho de 2009

The Hippocampus as a Cognitive Map - um clássico da psicobiologia online

Por uma iniciativa nobre, os autores recuperaram o copyright do livro junto a Oxford University Press e o disponibilizam na internet gratuitamente.
Um marco neurocientífico publicado em 1978, o livro explora as funções do hipocampo para a navegação espacial.

Para ir à página do download do livro, clique aqui.
Para saber sobre como era uma pessoa que teve seus hipocampos removidos, leia um artigo recentemente publicado por ocasião da morte do paciente HM.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Esquizofrenia e genes: resiliência (?)

Semana passada (01/06/09) sairam três artigos na Nature sobre fatores genéticos que contribuem para a esquizofrenia. Especificamente, é indicada uma contribuição importante de uma região do cromossomo 6p22.1, o que "possivelmente implica mecanismos etiológicos envolvendo modificação de cromatina, regulação da transcrição, autoimunidade e/ou infecção". Além desta região, é "provida evidência de genética molecular para um componente poligênico substancial ao risco de esquizofrenia envolvendo milhares de alelos comuns de efeito muito pequeno". Além da esquizofrenia, este componente contribuiria para o transtorno bipolar também.
Os artigos mencionam que, na esquizofrenia, a hereditariedade corresponde a 80-85 %. O que faz pensar que pode ser muito heurístico estudar aquela minoria de filhos ou irmãos gêmeos de esquizofrênicos que não apresentam o transtorno. Será que existem outros genes que previnem que eles tenham este destino? Será que a resposta está na interação com o ambiente? Quem sabe uma combinação das duas coisas?

terça-feira, 30 de junho de 2009

Sapiens, Neandertais e suas flautas

Na semana passada, causou sensação artigo publicado na Nature sobre uma flauta encontrada em um sítio arqueológico e datada de aproximadamente 36 mil anos atrás (leia aqui).
Trata-se da mais antiga evidência de musicalidade no H. sapiens.
Existe, no entanto, evidência mais antiga da musicalidade neandertal. Esta é datade de 43 mil anos atrás. Porém, existe um debate sobre se os furos foram mesmo feitos por algum neandertal ou se trata-se da ação de um carnívoro (para saber mais sobre este debate clique aqui).

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Obras completas de...Darwin ;)



Como todos sabem, neste ano comemoram-se 200 anos do nascimento de Darwin. Sem qualquer risco de exagero, trata-se de um dos pensadores cujo pensamento mais repercutiu na cultura contemporânea. Seus escritos estão à disposição online.
Recomendo especialmente The expression of the emotions in man and animals.
Para ir ao premiado sítio das obras completas clique aqui.

terça-feira, 23 de junho de 2009

The emergence of consciousness in phylogeny

É possível falar de consciência em animais? O que caracteriza a consciência? O prazer e a aversão são componentes importantes da consciência? Se sim, é possível avaliar objetivamente prazer e aversão?

Estas são algumas questões discutidas pelo artigo de revisão. Os autores defendem que a consciência emergiu com o surgimento do grupo Amniota (inclui répteis, aves e mamíferos). Leia abaixo o abstract.

The brains of animals show chemical, anatomical, and functional differences, such as dopamine production and structure of sleep, between Amniota and older groups. In addition, play behavior, capacity to acquire taste aversion, sensory pleasure in decision making, and expression of emotional tachycardia and fever started also to be displayed by Amniota, suggesting that the brain may have began to work differently in early Amniota than in Lissamphibia and earlier vertebrates. Thus we propose that emotion, and more broadly speaking consciousness, emerged in the evolutionary line among the early Amniota. We also propose that consciousness is characterized by a common mental pathway that uses pleasure, or its counterpart displeasure, as a means to optimize behavior.

Keywords: Amniotes; Amphibians; Birds; Consciousness; Evolution; Fish; Mammals; Phylogeny; Sauroptides; Zoology

texto completo

quarta-feira, 17 de junho de 2009

O ato de sorrir surgiu num ancestral comum a homens e macacos

Rir não é uma característica unicamente humana. Pesquisadores que se dedicaram a fazer cócegas em 25 jovens primatas - entre eles três bebês humanos - e a gravar o som produzido por todos eles comprovaram que dar risadas é um traço comum a todos os grandes primatas. Isso significa que o gesto surgiu de 10 milhões a 16 milhões de anos atrás, num ancestral comum. A descoberta abre novos caminhos para o estudo da empatia e sua importância entre animais que vivem em grupo.

Há muito tempo, os especialistas que trabalham com macacos já apontavam que muitos dos comportamentos sociais humanos teriam como base sua linhagem primata. Por outro lado, alguns especialistas argumentam que o sorriso humano poderia ter uma origem diversa da de outros primatas porque seu som é diferente.

Mas as novas experiências - as primeiras a estudarem todos os grandes macacos e o homem - revelaram um padrão sonoro comum, compartilhado por todos eles, como aponta Marina Davila Ross, primatologista da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido. O grupo obteve 800 registros acústicos e conseguiu analisar cientificamente suas similaridades e diferenças. (leia mais)

Homossexualidade ajuda a moldar evolução, diz estudo


Relações homossexuais são quase universais no reino animal e podem ser agentes importantes de mudança evolutiva, afirma uma dupla de pesquisadores dos EUA. No entanto, eles alertam que os zoólogos podem estar rotulando de "homossexualismo" uma série de comportamentos diferentes. O estudo, publicado hoje no periódico "Trends in Ecology and Evolution", é uma revisão das pesquisas já feitas sobre relações homossexuais animais. Essa área ganhou grande atenção do público após 1999, quando o zoólogo Bruce Baghemil publicou o livro "Biological Exuberance", documentando homossexualismo em mais de 400 espécies. Há milhares de exemplos na literatura. (leia mais)

Estudo mostra que Bush contribuiu com a ciência ao se esquivar de sapatos


O ex-presidente americano George W. Bush (2001-2009) fez uma contribuição inesperada para a ciência quando se esquivou dos sapatos que foram atirados contra ele, em dezembro de 2008, em Bagdá, por um repórter iraquiano. A afirmação é de um estudo publicado pela revista "Current Biology".
Os reflexos de Bush e a falta de reação do primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, que estava ao lado do ex-presidente, durante o incidente, comprovam a teoria de neurocientistas da Universidade de Washington de que "existem duas vias independentes no sistema visual humano". (leia mais)

X-Plo-Rat - software para registro comportamental de labirinto em cruz, campo aberto etc

De vez em quando alguém me pergunta se existe como instalar em seu computador de casa o programa que usamos no laboratório para registro comportamental.

Aqui vai o link da página do download (clique aqui)

História do uso do termo ´psicobiologia´ e algumas reflexões


"de uma perspectiva histórica a ´Psicobiologia´ não tem geralmente sido utilizada para se argumentar a favor da ´supremacia da biologia sobre a experiência´. O termo parece mais frequentemente ser usado num esforço para se combater o reducionismo excessivo nas áreas de sobreposição tradicionalmente definidas entre a Psicologia e a Biologia"



Dewsbury, DA. Psychobiology. American Psychologist 1991, 46. (leia o texto completo)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Bem-vindos ao blog do grupo de pesquisa em psicobiologia

O grupo de pesquisa em psicobiologia da UEL realiza investigações sobre diversos temas com enfoque biológico sobre o comportamento.
Este blog tem a finalidade de troca rápida de informações entre os integrantes do grupo, assim como de "janela" para as demais pessoas "darem uma olhadinha" nas atividades do grupo.

Sejam todos bem-vindos!